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Artigos técnicos e informativos do setor florestal

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terça-feira, 17 de julho de 2018

Mudas de Eucalipto Clonado para todo Sudeste

Temos as melhores Mudas e Materiais Genéticos para os estados de SP, MG, RJ e ES.

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Mudas de Eucalipto Clonado Litoral do Nordeste

Temos as melhores Mudas e Materiais Genéticos para plantio nos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e demais estados do litoral.

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Mudas de Eucalipto Clonado para Região Nordeste

Temos as melhores Mudas e Materiais Genéticos para plantios na região Norte e Nordeste.

Esses materiais possuem histórico positivo nos estados do Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins.

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segunda-feira, 1 de junho de 2015

ARTIGO:Multiplicação in vitro de mogno (Khaya senegalensis)

Dissertação apresentada à Universidade Federal de Lavras de autoria de Emanuelle Taís da Silva Souza, relata sobre a Multiplicação in vitro de mogno (Khaya senegalensis).




O consumo desmedido de recursos naturais coloca em risco a sobrevivência de diferentes plantas arbóreas. Por essa razão, tem sido crescente a ação de pesquisadores que direcionam estudos no sentido da preservação das espécies, como o Mogno. Dentre as inúmeras ações, se destacam aquelas voltadas para a exploração sustentável dos recursos naturais, como o reflorestamento. É importante ressaltar que o sucesso das ações desenvolvidas depende em grande parte do emprego de técnicas capazes de viabilizar condições de propagação de espécies arbóreas de interesse econômico.
No Brasil, a madeira de Mogno Africano (gênero Khaya) tem alcançado valores de mercado cada vez mais elevados, superando, por exemplo, o Cedro, o Pinus e o Eucalipto. A valorização da madeira de Khaya em relação à espécie nativa (Swietenia macrophylla King), ou Mogno Brasileiro se dá em função da resistência a praga Hypsipyla grandella Zellar que ataca à gema terminal da espécie nativa, diminuindo o vigor, crescimento, e proporcionando múltiplas brotações, o que não é favorável para o mercado.
A busca de alternativas para a produção de mudas de Mogno tem sido um grande desafio para os pesquisadores florestais. A cultura de tecidos é uma dessas alternativas técnicas, pois pode ser usada como ferramenta para propagar espécies vegetais arbóreas que apresentam problemas que vão da produção, armazenamento, germinação até a patologia das sementes (COUTO, 2002).
 Neste contexto, o objetivo deste trabalho foi produzir mudas in vitro de Mogno Africano (Khaya senegalensis), utilizando e optimizando técnicas de cultura de meristemas provenientes de sementes germinadas in vitro, via gemas axilares obtidas de plantas jovens cultivadas em casas de vegetação e via embriogênese somática de calos obtidos por meio de explantes foliares.
Para o isolamento dos meristemas provenientes de plantas cultivadas in vivo, foram testados meios MS com presença e ausência de reguladores de crescimento (BAP, AIA e AIB). O meio MS com adição de BAP e AIA foi o melhor meio pra realizar o isolamento de meristemas de plantas produzidas em casas de vegetação. Para multiplicação dos meristemas isolados de plantas cultivadas em casas de vegetação e dos provenientes de sementes germinadas in vitro foram utilizados meios MS e WPM combinados com BAP em diferentes concentrações. O meio MS contendo 0,50 mg.L−1 de BAP apresentou melhor resultado para multiplicação dos explantes meristemáticos. A indução de calos embriogêncios foi obtida com a utilização de segmentos foliares inoculados em meios MS, com diferentes combinações de reguladores de crescimento e variações nutricionais. As massas celulares obtidos foram avaliadas por microscopia óptica. Apenas calos desenvolvidos no meio MS suplementado com caseína, extrato de malte e concentração de 2,4-D, 2-iP e IBA apresentaram características embriogênicas, ou seja, maior potencial para possível regeneração de plantas de Mogno.


Biblioteca Florestal : www.bibliotecaflorestal.ufv.br/handle/123456789/13545

Fonte da imagem: https://s3-sa-east-1.amazonaws.com/mfrural-produtos/110330-123968-589466-mudas-de-mogno-africano-khaya-senegalensis.jpg

NOTÍCIA: Genética no plantio de eucalipto será abordada no Três Lagoas Florestal

Por: Assessoria Famasul
Palestra será realizada na próxima quinta-feira (04).Palestra será realizada na próxima quinta-feira (04).
Vários fatores são determinantes no plantio de uma floresta de eucalipto, mas dois devem ser analisados com muito critério: para quem será vendida e para que finalidade vai ser plantada. No caso do produtor que deseja plantar uma floresta, visando geração de energia, é preciso buscar materiais genéticos com alta produtividade, elevada densidade básica, alto teor de lignina e alto poder calorífico. Isso deve ser feito com o objetivo de maximizar a geração de energia por hectare.
“Atualmente não há no mercado um clone (tipo de muda reproduzida geneticamente) específica para esse segmento adaptada ao Mato Grosso do Sul. Logo, deve-se buscar entre os clones disponíveis aqueles que melhor se adéquam as características acima”.
Quem afirma é a pesquisadora Ana Gabriela Monnerat Carvalho Bassa da Arbogen, a primeira palestrante do Programa Mais Floresta, promovido Senar/MS - Serviço de Aprendizagem Rural e pelo Paulo Cardoso Comunicações que será realizado a próxima quinta-feira (04), às 15 horas, durante a feira Três Lagoas Florestal. O tema da palestra é o “Eucalipto na produção de biomassa e os materiais genéticos disponíveis para plantio em MS”.
Mas se não existe um clone específico para o Estado, então cabe a pergunta: por que ele é tão importante para definir a finalidade de uma floresta? Segundo Gabriela Bassa, os “clones apresentam características de qualidade da madeira distintas. Deve-se então conhecer essas características para a adequação do clone ao produto final. Por exemplo, ao plantar um clone de baixa densidade e baixo poder calorífico, o potencial de geração de energia não estará sendo maximizado. Na indústria de celulose e papel buscam-se características que maximizem a produção de toneladas de celulose por hectare. O mesmo deve ser feito para florestas produtoras de biomassa – deve-se buscar a maior geração de energia por hectare”.
Em sua palestra, a pesquisadora vai esclarecer as diferenças existentes na qualidade da madeira para diferentes segmentos industriais, focando nas características adequadas para biomassa: “Vou expor o trabalho que a ArborGen vem desenvolvendo, como a comercialização de clones protegidos, além do trabalho de desenvolvimento de clones e ainda citar um pouco do que temos feito no desenvolvimento do eucalipto transgênico, ainda em fase de pesquisa”.
FONTE: PAINEL FLORESTAL

quarta-feira, 27 de maio de 2015

ARTIGO: Qual o clone ideal para o eucalipto?

05/2015 – Clonagem de eucalipto é apenas uma maneira de propagar em escala comercial os melhores frutos (produtos) do melhoramento genético. Quando se fala em plantar clones de eucalipto, fala-se do topo do que existe em melhoramento genético e desenvolvimento tecnológico para a formação de florestas plantadas.
Para chegar ao melhor material são feitas diversas análises buscando aproveitar a variação genética que existe entre os indivíduos de uma população. No geral, os indivíduos dentro de uma população seguem para determinada característica a variação de uma curva de distribuição normal.
Eucalipto
Segundo o engenheiro florestal, doutor em Melhoramento Genético e coordenador de Tecnologia do grupo CMPC Celulose Riograndense, Glêison dos Santos, a clonagem, portanto, permite trabalhar com os melhores indivíduos da população de melhoramento, com valores superiores à média.
“O melhoramento genético é o aperfeiçoamento das características do eucalipto ao longo dos anos, sendo que algumas espécies já estão em seu terceiro ciclo de melhoramento no Brasil. O que fazemos é selecionar os indivíduos superiores, o mais próximo possível do lado direito da curva de distribuição, onde estão os melhores indivíduos para essa característica. O próximo passo é transformar esses indivíduos sem clones”, explica Santos.
EucaliptoPara o clone, as características mais buscadas são crescimento volumétrico, pois é necessário ter uma produtividade florestal acima de 40 m³ por hectare por ano; resistência a doenças e pragas; qualidade da madeira e fazer que o clone ainda com a matéria-prima produzida seja homogênea e aderente à demanda dos clientes, diferente do plantio por semente, que gera heterogeneidade e variações desnecessárias no produto final.
Existem vários tipos de clone, cada um específico para uma região do Brasil, em especial para condição de solo e clima.
“Existem os clones que chamamos de clone de mercado, desenvolvidos há mais tempo, que estão disponíveis para compra em viveiros particulares. E mais recentemente, desenvolveram-se novos clones que agora podem ser protegidos, o que permite proteger esse clone dentro da lei brasileira de proteção de cultivares, o que pode gerar o pagamento de royalties para seu uso”, detalha Santos.
Para escolha do clone ideal, é preciso primeiro determinar o objetivo final de uso, seja para energia, serraria, carvão, celulose, entre outros. Há, portanto, uma gama de clones desenvolvidos para cada uma dessas finalidades, sendo necessário observar se o material se adapta à região de plantio. Para a melhor informação sobre quais são os melhores clones para determinado produto, é sempre importante consultar um engenheiro florestal.
Fonte: Revista Campo & Negócios / Adaptado por CeluloseOnline

segunda-feira, 16 de março de 2015

PROJETO: MINI JARDIM CLONAL HIDROPÔNICO


















sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

ARTIGO: Dramático Cenário do Mercado de Mudas

Uma reflexão sobre o mercado de mudas.
Quem está nesse mercado à pelo menos dez anos, a de concordar que vivemos o pior momento para produção e comercialização de mudas. Nem mesmo a crise econômica mundial de 2008 afetou tanto os viveiros (em especial eucalipto) como o ultimo trimestre de 2014 e o início de 2015.

O reflexo da crise econômica brasileira e a falta de chuvas em diversos estados tem afetado drasticamente esse mercado que vem perdendo sua viabilidade cada ano. As empresas exigem cada vez mais produtos de extrema qualidade, porém com preços baixíssimos, os custos cada vez maiores, a dificuldade mão de obra operacional e de gestão de base cada vez mais escassa e as informações de viveiros fechando e de grandes produtores reduzindo sua capacidade.


Para alguns é uma questão de tempo para esse mercado melhorar, enquanto para outros esse dia não chegará. Para aqueles que ainda acreditam nesse negocio, cabe unir forças para que esse mercado volte a ter viabilidade, porque as expectativas de plantio no Brasil são boas e pode ser a esperança para o seguimento.

#Luciano

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Duratex conclui compra de 25% da colombiana Tablemac

O negócio havia sido anunciado em maio.


 
 A Duratex, uma das maiores fabricantes latino-americanas de painéis de madeira, informou ontem que concluiu a compra de 25% da colombiana Tablemac por R$ 116,1 milhões.

Em documento encaminhado hoje à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia brasileira informou que a aquisição foi efetivada mediante uma emissão primária de ações, que resultou em aporte de recursos na fabricante de painéis de madeira industrializada.

A empresa informou também que, na sexta-feira, uma assembleia de acionistas escolheu o novo conselho de administração da Tablemac, para o período de agosto deste ano a março de 2014. A Duratex elegeu ainda três dos cinco membros.
Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Mudas de qualidade, exige um processo qualificado.






Nossas mudas são produzidas com as melhores matérias primas no processo de formação de eucalipto clonal. Utilizamos fertilizantes de rápida assimilação pelas plantas que garante o equilíbrio nutricional das mesmas em todo seu processo de desenvolvimento. 

Trabalhamos também com o que tem de melhor hoje no mix de substrato, onde a aeração é garantida, formação radicular é certa e a formação das mudas é da melhor qualidade.

 
Buscamos sempre produzir nossas mudas com o que existe de melhor no mercado garantindo satisfação integral dos clientes.

domingo, 29 de julho de 2012

CLONES DE EUCALIPTO DISPONÍVEL!





sexta-feira, 29 de junho de 2012

BABY CLONE DE EUCALIPTO COM 15% DE DESCONTO

PROMOÇÃO DE BABY CLONES DE EUCALIPTO!!

BABYS CLONES COM 15% DE DESCONTO! ISSO MESMO!
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domingo, 17 de junho de 2012

O primeiro anúncio de viveiro comercial de eucalipto do Brasil

Cada muda custava mil conto de réis para cima

quinta, 14 de junho de 2012


Data de 20 de julho de 1875, o que seria o primeiro anúncio de venda de "Eucalyptus" de São Paulo e, provavelmente do Brasil.

O Estadão, na época "A província de São Paulo", trazia: "Na Olaria de Custodio Fernandes da Silva, junto ao gazometro, vende-se mudas de 1 a 2 metros de altura, custando cada uma de 1$000 rs. para cima. Para informações - R. da Imperatriz 2 A".

Fonte: Painel Florestal

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Propagação Vegetativa de Angico-vermelho por Estaquia e Miniestaquia

Dissertação de Mestrado defendida no Departamento de Engenharia Florestal da UFV estudou a propagação vegetativa de angico-vermelho por estaquia e miniestaquia.


O trabalho da Engenheira Florestal Poliana Coqueiro Dias, objetivou o estudo do desenvolvimento da propagação vegetativa de seis progênies de meio-irmãos de Anadenanthera macrocarpa (Benth) Brenan via miniestaquia e o resgate vegetativo de material adulto em campo.
            Analisou-se a produção de brotações e sobrevivência das minicepas, além do enraizamento das miniestacas tratadas com doses de AIB (0; 2000; 4000 e 6000 mg L-1) e da velocidade de enraizamento em cada progênie; a influência do tipo de miniestaca e do substrato (composto orgânico e vermiculita) no enraizamento; a influência dos fungos micorrizicos arbusculares e os rizóbios no enraizamento de miniestacas e no crescimento das mudas; o resgate vegetativo de árvores selecionadas pelo enraizamento de estacas provenientes da indução de brotações decorrentes da decepa e anelamento basal.
            Um minijardim foi constituído de minicepas obtidas pela propagação via seminal de seis progênies de Anadenanthera macrocarpa, enquanto para o resgate por brotação de cepas e anelamento do caule foram utilizadas brotações de 16 árvores selecionadas com 3 a 5 anos de idade. As estacas foram separadas em duas classes de diâmetro (< 4 mm e > 4 mm) e estaqueadas.
            O enraizamento das estacas e miniestacas foi realizado utilizando um período de permanência do material vegetal na casa de vegetação de 60 e 30 dias, respectivamente, com a aclimatação em casa de sombra por 10 dias, seguida da transferência para a área de pleno sol, onde procedeu-se a avaliação final aos 100 e 70 dias, respectivamente.
            Os resultados demonstraram comportamento diferenciado das progênies quanto às variáveis analisadas nos experimentos.
            O sistema semihidropônico utilizado permitiu a obtenção de altos índices de produtividade e sobrevivência das minicepas.
            Em relação ao enraizamento constatou-se, de modo geral, superioridade das estacas apicais em relação às intermediárias, sendo indicada a miniestaca apical com 10 cm de comprimento e folha inteira para a propagação da espécie.
            A aplicação do AIB nas miniestacas não teve efeito sobre as características avaliadas, dispensando a sua utilização. As avaliações indicaram velocidades diferenciadas entre as progênies quanto ao processo de enraizamento.
            No geral, o substrato à base de vermiculita proporcionou melhores médias para as características observadas.
            O uso de fungo micorrízico arbuscular e de rizóbio não influenciam diretamente na formação de raízes adventícias até 30 dias em casa de vegetação e 10 dias em casa de sombra.
            Quanto ao resgate observou-se eficiência na indução de brotações basais pelas técnicas de decepa e anelamento do caule, sendo possível a produção de mudas via estaquia, principalmente quando utilizadas estacas com diâmetro inferior a 4 mm.
            Pode-se concluir que a miniestaquia de material juvenil e o resgate vegetativo de material adulto são viáveis para a propagação de Anadenanthera macrocarpa.
          
Orientação e Banca
            Professor Orientador: Aloísio Xavier
            Professores Co-orientadores: Haroldo Nogueira de Paula, Ismael Eleotério Pires.
            Banca: Maria Catarina Megumi Kasuya      

Para acesso à dissertação completa, acesse AQUI!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A silvicultura, a feijoada e a macarronada!

Num sábado de frio, garoa e preguiça, a movimentação num restaurante “self-service” a cheiro e gosto de feijoada, fez lembrar algumas curiosidades da silvicultura. Gente bonita, gente feia, gente com família, gente solitária! Gostos? De todo o tipo: só feijoada ,só macarrão, só comida japonesa e todas as combinações possíveis ! assustou-me, no entanto, o apetite de um “corinthiano” meio assustado com o prato redondo de comida japonesa, macarronada,peixe ensopado e feijoada ! E a nossa silvicultura onde entra nessa feijoada com macarronada?

A resposta está nas constatações de campo: serviços de todo o tipo; as mais variadas justificativas para esse ou aquele procedimento; as mais diversas finalidades desse ou daquele empreendimento; floresta para isso ou para aquilo; madeira para tudo! Um punhado de dúvidas, mas uma certeza: no final da linha alguém paga a conta e estamos conversados! Simples de mais, se não fosse para uma atividade que há anos, vem lutando para desmistificar inúmeros erros técnicos cometidos no passado e que deixaram marcas indeléveis e de alto custo para o setor. Saímos de uma silvicultura conhecida como “deserto verde” e já temos excelentes exemplos de silvicultura sustentável !!! Mas como justificar alguns retrocessos em nossos procedimentos silviculturais ?

Anotem as pérolas: discussões e dúvidas sobre procedimentos cientificamente comprovados; justificativas para as mais diversas variações de espaçamentos ou quase sem espaçamento ( ! ), competição nutricional, sistemas e fórmulas mágicas para adubar ou para não adubar, clones milagrosos,e por aí vai...! Realmente, é de assustar, é de se preocupar e se não cuidarmos, vai ser de chorar!

E o pior é que, por mais que se exponha a indignação dos que fizeram, viveram e conheceram a história, as dificuldades superadas e os saltos tecnológicos de nossa silvicultura, nada muda ! É impressionante a quantidade de desavisados que, insistentemente, procuram detalhes sobre as fantasiosas ofertas anunciadas pelos vendedores de sonho!

É aquela espécie, cuja madeira vale um caminhão de ouro e que cresce de forma assustadora; é aquela forma de manejar florestas que leva à produtividades incomparáveis;enfim,uma coletânea de promessas sem nenhum comprometimento com a ética profissional e que só encontra espaço com os desavisados, que caem no setor, alguns, até mesmo, verdadeiros espertalhões, procurando uma beirinha em oportunismos da moda. Para esses oportunistas, o cruzamento com os vendedores de sonho é o que há ! No entanto, não tenhamos dúvidas, que também estamos queimando excelentes oportunidades com grandes empreendedores que poderiam crescer no setor, diversificar interesses e fortalecer a silvicultura brasileira!

Da feijoada despretensiosa a essas comparações com a silvicultura ficou uma lição: no restaurante - mesmo que se tenha inúmeras alternativas para escolha, não se iluda e não misture! Saiba o que serve adequadamente para sua alimentação e não se deixe levar pelos adornos gastronômicos! na silvicultura - use tecnologia, respeite os resultados de anos de experimentações e pesquisas e não se deixe cair em atalhos que não possuem comprovações científicas!

Mas que atalhos? A silvicultura brasileira tem profissionais altamente capacitados e de reconhecida competência. Não precisa nenhuma mágica para localizá-los.! Com certeza, esses competentes e éticos profissionais saberão indicar os atalhos que devem ser evitados! Na dúvida, dê um pulinho nas universidades ou nos centros de pesquisas florestais e invista com segurança na silvicultura brasileira!
Fonte: Nelson Barboza Leite –nbleite@uol.com.br via Painel Florestal

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Estudo compara produção de mudas de peroba em tubete biodegradável e de polietileno

Tese de Doutorado defendida no Departamento de Engenharia Florestal da UFV comparou a produção de mudas de Paratecoma peroba em tubete biodegradável e em tubete de polietileno.


Foto: Google
Atualmente, os tubetes de plástico (polietileno) são os recipientes mais utilizados em escala comercial na produção de mudas florestais, mas apresentam algumas desvantagens que podem ser solucionadas com o uso de tubetes que possam ser plantados juntamente com as mudas no campo, tais como tubetes biodegradáveis.
            O objetivo do estudo foi avaliar a viabilidade técnica e econômica do uso de tubetes biodegradáveis e de polietileno na produção e qualidade de mudas de Paratecoma peroba (Record & Mell) Kuhlm.) e no comportamento após o plantio em campo.
            O uso dos tubetes biodegradáveis e de polietileno em mudas de Paratecoma peroba, produz mudas de bom padrão de qualidade e consequente crescimento e sobrevivência pós-plantio e por isso podem ser considerados viável técnica e economicamente.
            Porém, ressalta-se que para a utilização de tubetes biodegradáveis na produção de mudas e plantios florestais em escala comercial é prudente a realização de outros estudos, tais como avaliar o crescimento e o desenvolvimento das plantas ao longo dos anos; o tempo de decomposição do tubete biodegradável no solo e a arquitetura do sistema radicular das plantas.
 
Orientação e Banca
Professor Orientador: Eduardo Euclydes de Lima e Borges
Professor Co-orientador: Márcio Lopes da Silva
Banca: Geraldo Gonçalves dos Reis, Ismael Eleotério Pires e Maria Neudes Sousas de Oliveira
 
Para acesso à dissertação completa, CLIQUE AQUI!

sábado, 26 de maio de 2012

Eucalipto: melhor plantar com semente ou clone?


sábado, 14 de abril de 2012

Mudas eucalipto urograndis clonado DISPONÍVEL!!

Mudas de eucalipto urograndis clonado DISPONÍVEL!! Mudas aptas para o Centro Oeste e Sudeste.



Entre em contato:
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sábado, 10 de março de 2012

Sabia que agora é o melhor período para programar suas mudas?

Estamos entrando no outono e com isso os viveiros de produção de mudas de eucalipto também reduzem por alguns meses a sua produção, devida à desaceleração no plantio no período de outono/inverno.

 Isso proporciona uma oportunidade muito boa para quem esteja planejando seu plantio pós-inverno, pois o preço da muda pode ser negociado até 20% mais barato, fazendo a reserva antecipadamente e garante as mudas para o plantio sem se preocupar com a disponibilidade dos viveiros para o mercado.

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

PROMOÇÃO! CLONE DE EUCALIPTO I 144 POR R$280,00 MILHEIRO.

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