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Diversidade de materiais genéticos de eucalipto testados em todas regiões brasileiras e para diversos segmentos florestais Mais informações »

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Artigos técnicos e informativos do setor florestal

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terça-feira, 17 de julho de 2018

Mudas de Eucalipto Clonado para todo Sudeste

Temos as melhores Mudas e Materiais Genéticos para os estados de SP, MG, RJ e ES.

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Mudas de Eucalipto Clonado para Região Nordeste

Temos as melhores Mudas e Materiais Genéticos para plantios na região Norte e Nordeste.

Esses materiais possuem histórico positivo nos estados do Maranhão, Pará, Piauí e Tocantins.

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segunda-feira, 1 de junho de 2015

NOTÍCIA: Disponibilidade de madeira potencializa negócios com biomassa

Por: Assessoria Programa Mais Floresta

Estimativas indicam que, nos próximos 20 anos, a demanda adicional de madeira será em torno de 117 milhões de m³/ano em âmbito nacional.


Do total, 40% é destinado para a produção de energia e carvão vegetal.
O Brasil consome hoje cerca de 179 milhões metros cúbicos de madeira por ano. Deste total, 40% é destinado para a produção de energia e carvão vegetal. A informação é do mestre em administração estratégica e diretor de Consultoria da Consufor, Marcio Funchal, que ministrará palestra sobre o tema durante o Programa Mais Floresta, promovido pelo Senar/MS - Serviço de Aprendizagem Rural de MS, em parceria com a Paulo Cardoso Comunicações, nesta quinta-feira (4), no Três Lagoas Florestal.

Estimativas da Consufor e do Governo Federal indicam que nos próximos 20 anos a demanda adicional de madeira será em torno de 117 milhões de m³/ano em âmbito nacional, sendo que 50% desse consumo será destinado à produção de energia. Para fazer frente ao crescimento da demanda, a área plantada com florestas no País deverá aumentar cerca de 3,5 milhões hectares até 2035 (aumento de aproximadamente de 1,8% ao ano). Essa evolução é considerada factível, uma vez que nos últimos 20 anos o aumento médio foi da ordem de 2% anuais, baseado principalmente no pinus e eucalipto.

“Mato Grosso do Sul, em particular, tem um grande potencial para a expansão dos negócios envolvendo biomassa de madeira, pois hoje possui a disponibilidade da madeira in natura, diversificando assim a possibilidade de venda da madeira, além da celulose, que vem a ser uma ótima alternativa para o produtor rural”, avalia. Durante o evento, Márcio Funchal apresentará mais dados e informações que possam ajudar o produtor rural na tomada de decisão de investir no plantio de eucalipto para a geração de biomassa.

Segundo o especialista, o agronegócio é um forte consumidor de energia a partir da queima da madeira para a secagem de grãos armazenados. Somente entre 2006 e 2014, a produção nacional de soja e milho (principais grãos produzidos no país) cresceu a taxas próximas de 8% ao ano e o investimento em armazenamento e processamento de grãos tem crescido também ano a ano.

NOTÍCIA: Genética no plantio de eucalipto será abordada no Três Lagoas Florestal

Por: Assessoria Famasul
Palestra será realizada na próxima quinta-feira (04).Palestra será realizada na próxima quinta-feira (04).
Vários fatores são determinantes no plantio de uma floresta de eucalipto, mas dois devem ser analisados com muito critério: para quem será vendida e para que finalidade vai ser plantada. No caso do produtor que deseja plantar uma floresta, visando geração de energia, é preciso buscar materiais genéticos com alta produtividade, elevada densidade básica, alto teor de lignina e alto poder calorífico. Isso deve ser feito com o objetivo de maximizar a geração de energia por hectare.
“Atualmente não há no mercado um clone (tipo de muda reproduzida geneticamente) específica para esse segmento adaptada ao Mato Grosso do Sul. Logo, deve-se buscar entre os clones disponíveis aqueles que melhor se adéquam as características acima”.
Quem afirma é a pesquisadora Ana Gabriela Monnerat Carvalho Bassa da Arbogen, a primeira palestrante do Programa Mais Floresta, promovido Senar/MS - Serviço de Aprendizagem Rural e pelo Paulo Cardoso Comunicações que será realizado a próxima quinta-feira (04), às 15 horas, durante a feira Três Lagoas Florestal. O tema da palestra é o “Eucalipto na produção de biomassa e os materiais genéticos disponíveis para plantio em MS”.
Mas se não existe um clone específico para o Estado, então cabe a pergunta: por que ele é tão importante para definir a finalidade de uma floresta? Segundo Gabriela Bassa, os “clones apresentam características de qualidade da madeira distintas. Deve-se então conhecer essas características para a adequação do clone ao produto final. Por exemplo, ao plantar um clone de baixa densidade e baixo poder calorífico, o potencial de geração de energia não estará sendo maximizado. Na indústria de celulose e papel buscam-se características que maximizem a produção de toneladas de celulose por hectare. O mesmo deve ser feito para florestas produtoras de biomassa – deve-se buscar a maior geração de energia por hectare”.
Em sua palestra, a pesquisadora vai esclarecer as diferenças existentes na qualidade da madeira para diferentes segmentos industriais, focando nas características adequadas para biomassa: “Vou expor o trabalho que a ArborGen vem desenvolvendo, como a comercialização de clones protegidos, além do trabalho de desenvolvimento de clones e ainda citar um pouco do que temos feito no desenvolvimento do eucalipto transgênico, ainda em fase de pesquisa”.
FONTE: PAINEL FLORESTAL

NOTÍCIA: Três Lagoas Florestal vai gerar novos negócios para fornecedores das indústrias de celulose

Por: Painel Florestal - Sarah Minini
Eldorado Brasil e Fibria vão investir mais de R$ 15 bilhões com a ampliação das fábricas a partir deste ano
A produção de celulose será duplicada nas duas fábricasA produção de celulose será duplicada nas duas fábricas
Próxima de completar 100 anos, Três Lagoas passa um grande momento econômico com o anúncio da ampliação das fábricas da Eldorado Brasil e Fibria. A feira Três Lagoas Florestal vivencia este momento oportunizando, para as empresas, a exposição de seus produtos e serviços, já que as duas gigantes de celulose ainda estão em processo de cotação de preços, embora já tenham afirmado que contratarão serviços de fornecedores de Três Lagoas.
De acordo com Carlos Monteiro, diretor industrial da Eldorado Brasil, neste momento a empresa está em processo de tomada de preços junto aos fornecedores de equipamentos e tecnologias. A decisão final sobre as empresas contratadas será anunciada no segundo semestre. “Sempre que possível, vamos optar por fornecedores locais, com o objetivo de desenvolver a região em que atuamos, mas atentos ao atendimento de critérios de sustentabilidade, respeito ao trabalhador e à legislação vigente. Por enquanto, podemos adiantar que a nova linha vai adotar, alinhada aos pilares de competitividade e inovação da Eldorado, as mais modernas tecnologias e soluções disponíveis no mercado”, comentou.
Paulo Silveira, gerente de suprimentos da Fibria, ressalta o alinhamento de todas as lideranças da empresa para que no momento de ampliação sejam escolhidos, preferencialmente, fornecedores de Três Lagoas. Em anúncio oficial foi dito que inicialmente serão 60 fornecedores locais para atender as demandas, mas a expectativa é que o número seja maior.
“Calculamos 60 fornecedores, usando como referência as obras da construção da primeira linha de produção, mas o cenário mudou e temos fornecedores totalmente aptos a nos atender. Inclusive em parceria com o IEL (Instituto EuvaldoLodi - MS) atuamos em Três Lagoas com o PQF (Programa de Qualificação de Fornecedores) em que temos mais de 100 empresas auditadas em controle de qualidade, o que deverá representar um bom incremento financeiro aos fornecedores locais”, explicou.
ELDORADO
Ao todo, serão investidos R$ 8 bilhões na nova fábrica, sendo que 70% do valor serão de linhas de financiamentos e 30%de capital próprio. A previsão é que a segunda linha comece a operar no primeiro semestre de 2018.
FIBRIA
Um dos maiores investimentos privados no Brasil com foco em exportação, o valor do projeto soma R$ 7,7 bilhões (equivalente a cerca de US$ 2,5 bilhões) e será realizado com recursos próprios provenientes da forte geração de caixa da companhia e com financiamentos de diversas fontes como BNDES, agências de créditos de exportação (ECAs), Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste, bancos comerciais e mercado de capitais.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

ARTIGO: Qual o clone ideal para o eucalipto?

05/2015 – Clonagem de eucalipto é apenas uma maneira de propagar em escala comercial os melhores frutos (produtos) do melhoramento genético. Quando se fala em plantar clones de eucalipto, fala-se do topo do que existe em melhoramento genético e desenvolvimento tecnológico para a formação de florestas plantadas.
Para chegar ao melhor material são feitas diversas análises buscando aproveitar a variação genética que existe entre os indivíduos de uma população. No geral, os indivíduos dentro de uma população seguem para determinada característica a variação de uma curva de distribuição normal.
Eucalipto
Segundo o engenheiro florestal, doutor em Melhoramento Genético e coordenador de Tecnologia do grupo CMPC Celulose Riograndense, Glêison dos Santos, a clonagem, portanto, permite trabalhar com os melhores indivíduos da população de melhoramento, com valores superiores à média.
“O melhoramento genético é o aperfeiçoamento das características do eucalipto ao longo dos anos, sendo que algumas espécies já estão em seu terceiro ciclo de melhoramento no Brasil. O que fazemos é selecionar os indivíduos superiores, o mais próximo possível do lado direito da curva de distribuição, onde estão os melhores indivíduos para essa característica. O próximo passo é transformar esses indivíduos sem clones”, explica Santos.
EucaliptoPara o clone, as características mais buscadas são crescimento volumétrico, pois é necessário ter uma produtividade florestal acima de 40 m³ por hectare por ano; resistência a doenças e pragas; qualidade da madeira e fazer que o clone ainda com a matéria-prima produzida seja homogênea e aderente à demanda dos clientes, diferente do plantio por semente, que gera heterogeneidade e variações desnecessárias no produto final.
Existem vários tipos de clone, cada um específico para uma região do Brasil, em especial para condição de solo e clima.
“Existem os clones que chamamos de clone de mercado, desenvolvidos há mais tempo, que estão disponíveis para compra em viveiros particulares. E mais recentemente, desenvolveram-se novos clones que agora podem ser protegidos, o que permite proteger esse clone dentro da lei brasileira de proteção de cultivares, o que pode gerar o pagamento de royalties para seu uso”, detalha Santos.
Para escolha do clone ideal, é preciso primeiro determinar o objetivo final de uso, seja para energia, serraria, carvão, celulose, entre outros. Há, portanto, uma gama de clones desenvolvidos para cada uma dessas finalidades, sendo necessário observar se o material se adapta à região de plantio. Para a melhor informação sobre quais são os melhores clones para determinado produto, é sempre importante consultar um engenheiro florestal.
Fonte: Revista Campo & Negócios / Adaptado por CeluloseOnline

NOTÍCIA: Setor de madeira e celulose no Brasil é tema de encontro com delegação da Suécia

Suécia26/05/2015 – O futuro do setor de madeira e celulose no Brasil, os efeitos da legislação brasileira e as pesquisas científicas que estão sendo realizadas, foram alguns dos temas tratados por uma delegação da Suécia que esteve no Brasil na semana passada.
O grupo foi recebido pela secretária de Relações Internacionais do Ministério de Agricultura, Tatiana Palermo, em uma reunião composta por representantes do governo e empresas privadas, em especial da área florestal do país.
Tatiana enfatizou que, atualmente, o Brasil tem capacidade para produzir madeira destinada à extração de celulose sem desmatar novas áreas, utilizando aquelas que hoje são ocupadas, por exemplo, com pastagens de baixa produtividade.
O fiscal federal agropecuário Sidney Medeiros, da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo, ressaltou que, dentro do Plano ABC, que visa à redução da emissão de carbono na agricultura, a área de Florestas Plantadas, um dos programas disponíveis no plano, aumentou consideravelmente.
Em 2010, eram seis milhões de hectares e em 2015, já são 7,2 milhões de hectares. A meta é atingir nove milhões de hectares até 2020, capacitando produtores, promovendo pesquisas e disponibilizando linhas de crédito para a implantação de florestas.
Fonte: Capital News / Adaptado por CeluloseOnline

ARTIGO: Pesquisa revela que árvores ajudam a conservar água no solo em sistema integrado com lavoura

Embrapa26/05/2015 – Dados iniciais coletados pela Embrapa Agrossilvipastoril em um experimento realizado em Sinop (MT), revelaram que as perdas de água pelo escoamento superficial são menores em sistemas de integração lavoura-floresta do que em sistemas produtivos apenas com culturas anuais.
A pesquisa, que ainda está em andamento, comparou o volume de perda de solo e o escoamento da água da chuva em seis situações: solo descoberto, lavoura (rotação soja e milho com braquiária), integração lavoura-floresta, pastagem, silvicultura de eucalipto e mata nativa.
A análise dos dados do primeiro ano de monitoramento mostra que há menor volume escoado no sistema de integração lavoura-floresta do que na área apenas com lavoura. Enquanto na rotação de soja na safra e milho com braquiária na safrinha, o escoamento foi de 2,4% do total de precipitação, no sistema silviagrícola, esse número foi de apenas 1,7%. Em um local onde chovem cerca de 2.000 mm/ano, isso representa 14 litros a mais infiltrados a cada metro quadrado. Em um hectare, são 140 mil litros a mais disponíveis no solo.
“Há um período de transição, quando ocorre o plantio, que o solo fica desprotegido. Nesse período temos eventos intensos de chuva e isso ocasiona a perda de solo. No sistema integrado, embora também tenha havido a retirada da cultura anual, o componente arbóreo estava lá. Ele atua na diminuição da energia cinética da chuva e reduz o escoamento da água”, explica o pesquisador da Embrapa Agrossilvipastoril Cornélio Zolin.
De acordo com o pesquisador, quanto menor o escoamento, melhor é para a conservação dos recursos hídricos. Isso porque a água que escoa tem menor oportunidade de infiltração. “Quando se fala em disponibilidade de água, estamos preocupados com a água que infiltra. Essa água vai ficar no solo para ser usada pelas culturas e também vai alimentar o lençol freático. É esse lençol que abastece os rios na seca, garantindo uma vazão mais constante”, explica.
A pesquisa também analisou a perda de solo pelo efeito da chuva. Observou-se que, com exceção do solo descoberto, todos os outros sistemas tiveram perda de solo por erosão hídrica dentro do limite tolerável para o tipo de solo da área experimental.
Além disso, em uma próxima etapa, o trabalho irá quantificar e avaliar os nutrientes e a matéria orgânica presentes no solo e água que são perdidos com o escoamento da chuva nos diferentes sistemas produtivos estudados.
Fonte: Embrapa / Adaptado por CeluloseOnline

terça-feira, 19 de maio de 2015

NOTÍCIAS: GOVERNADOR DO PIAUÍ RECEBE EMPRESÁRIOS DO SETOR FLORESTAL

Governador recebe empresários do setor florestal
Encontro visa estabelecer políticas de incentivo tributário e reativar o Programa de Desenvolvimento Florestal

Celina Honório

Reunião com empresários do Setor Florestal (Foto:Jorge Henrique Bastos)
O governador Wellington Dias recebeu, na manhã desta segunda-feira (18), empresários do setor florestal, com o objetivo de discutir melhorias e incentivos para o setor. Estiveram presentes representantes das empresas Agropecuária Barras, Grupo Canel, Grupo Arrey e Fazenda Chapada Grande, além de gestores da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Planejamento (Seplan), Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semar), Desenvolvimento Tecnológico (Sedet) e Governo (Segov).

Os empresários buscam, junto ao governo do Estado, reativar e fomentar o Programa de Desenvolvimento Florestal, que visa desenvolver de forma sustentável a área agrícola do estado, promovendo a preservação de vegetação nativa. Outro ponto enfocado pelos empresários foi a necessidade de desenvolver uma matriz energética voltada para o setor agrícola; incentivar as pequenas indústrias que já estão instaladas no Piauí; estabelecer uma política fiscal e tributária que atenda ao mercado produtor de eucalipto e grãos e o incentivo ao aumento na arborização do estado, com a comercialização de mudas.

Segundo o empresário Tiago Junqueira, é importante incentivar a produção florestal e o consumo interno de grãos, o crescimento diversificado da produção e uma política fiscal que proteja o mercado interno. “Temos interesse em investir no Piauí, mas precisamos de apoio do Estado, que já tem produção agrícola, agora precisa de indústrias”, destaca.

O governador Wellington Dias garante que pretende desenvolver uma política fiscal de acordo com o Plano de Desenvolvimento estabelecido pela fronteira agrícola do Matopiba. Além disso, Dias frisa que a Semar deve começar a examinar a possibilidade de fazer a transição gradativa do uso da mata nativa para madeira de reflorestamento; uma vez que até 2017 o uso da madeira nativa em indústrias deve ser substituída pela de reflorestamento.

Dias destaca ainda que pretende reativar o Programa de Desenvolvimento Florestal, criando inicialmente uma câmara setorial para começar a tratar do assunto e unir forças com o setor da produção florestal para garantir a sobrevivência da produção agrícola. “O mercado de celulose voltou a ter sinais de melhoria. Temos interesse de retomar as negociações com grandes empresas, como a Suzano Papel e Celulose. Isso é uma alternativa para o escoamento da produção de eucalipto do Estado”, conclui.

FONTE: Portal Governo do |Piauí

NOTÍCIAS: EUCALIPTO DE USO MULTIPLO COMO TEMA DE SEMINÁRIO EM BRASILIA

19/05/2015 – Apresentar ao público casos de sucesso envolvendo sistemas produtivos com uso do eucalipto. Este é o objetivo do 10º Seminário de Atualização na Cultura do Eucalipto que acontece no dia 20 de maio na sede da CNA, em Brasília, Distrito Federal.O evento é organizado pela R&S Florestal com apoio do Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural).
O seminário contará com palestras do Secretário de Agricultura e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, José Guilherme Tollstadius, do professor do Departamento de Engenharia Florestal da UNB, Anderson Marcos, da professora do Departamento de Engenharia Florestal da Esalq/USP, Luciana Duque Silva e o consultor da Vetor, Ronaldo Trecenti.
Plantação de eucalipto“O eucalipto pode ser usado para múltiplos usos. Além da produção de celulose, ele pode ser usado na construção civil, para geração de energia térmica e elétrica, movelaria, dentre outros. O produtor deve estar atento ao mercado regional e nacional e utilizar técnicas adequadas de planto e manejo de acordo com o destino da sua floresta”, afirma o presidente da Comissão de Silvicultura da CNA, Walter Rezende.
As inscrições podem ser feitas no e-mail [email protected]. Mais informações pelos telefone (61) 3501-0526 e (61) 98162-9969.
Fonte: Cenário MT / Adaptado por CeluloseOnline

segunda-feira, 16 de março de 2015

PROJETO: MINI JARDIM CLONAL HIDROPÔNICO


















sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

ARTIGO: Dramático Cenário do Mercado de Mudas

Uma reflexão sobre o mercado de mudas.
Quem está nesse mercado à pelo menos dez anos, a de concordar que vivemos o pior momento para produção e comercialização de mudas. Nem mesmo a crise econômica mundial de 2008 afetou tanto os viveiros (em especial eucalipto) como o ultimo trimestre de 2014 e o início de 2015.

O reflexo da crise econômica brasileira e a falta de chuvas em diversos estados tem afetado drasticamente esse mercado que vem perdendo sua viabilidade cada ano. As empresas exigem cada vez mais produtos de extrema qualidade, porém com preços baixíssimos, os custos cada vez maiores, a dificuldade mão de obra operacional e de gestão de base cada vez mais escassa e as informações de viveiros fechando e de grandes produtores reduzindo sua capacidade.


Para alguns é uma questão de tempo para esse mercado melhorar, enquanto para outros esse dia não chegará. Para aqueles que ainda acreditam nesse negocio, cabe unir forças para que esse mercado volte a ter viabilidade, porque as expectativas de plantio no Brasil são boas e pode ser a esperança para o seguimento.

#Luciano

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Braxcel recebe incentivos fiscais para nova fábrica no Tocantins

 
Na última terça-feira (18),a Braxcel Celulose e o Governo do Tocantins oficializaram a assinatura de um convênio, que enquadra a companhia no pragrama Pró Indústria do estado.

O programa isenta o recolhimento do ICMS na aquisição de matérias-primas e insumos no mercado estadual, nas vendas internas para órgãos públicos, no consumo de energia elétrica, etc.

A inclusão no programa foi aprovada em reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico do estado (CDE) ainda neste mês. Na ocasião da aprovação, a direção da empresa havia exposto a importância do ato, que permitia a materialização de uma unidade na região.

A unidade a ser implantada no município de Peixe (TO), deve produzir 1,5 milhão de toneladas de celulose branqueada de eucalipto por ano.

“A base florestal na região de Peixe está em rápido crescimento e a estimativa é atingir 55 mil hectares plantados até o fim de 2013 entre plantios próprios e de terceiros, afirma Mauro Cerchiari, Diretor Executivo da Braxcel Celulose.

A empresa disponibiliza em seu site oportunidades de parcerias para interessados em fornecer madeira de eucalipto ou suprimentos industriais. Se você se interessa acesse www.braxcel.com.br.

O inicio das operações industriais em Peixe está previsto para 2018, e os investimentos devem alcançar os R$ 5 bilhões.



Fonte: Lairtes Chaves/Painel Florestal com informações Braxcel

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Práticas do Programa ABC preservam florestas brasileiras


O Programa oferece crédito aos produtores para a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis
Marcado como o Dia de Proteção às Florestas, 17 de julho remete à atuação de governo e sociedade civil em defesa de um dos seus bens mais importantes. Nesse sentido, ações com fins conservacionistas como o Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), do Governo Federal, são primordiais para colocar em prática essa conscientização. Além de preservar espécies florestais nativas, o produtor que opta por adotar práticas financiadas pelo programa ainda obtém lucros, a partir da plantação de espécies arbóreas como paricá, guanandi, sabiá, erva-mate e seringueira.
O Programa ABC oferece crédito aos produtores rurais para a adoção de técnicas agrícolas sustentáveis. O principal objetivo é fazer frente aos desafios trazidos pelas mudanças climáticas, com a meta de reduzir, até 2020, entre 133 a 162 milhões de toneladas de CO2.
Relativo ao reflorestamento, as principais práticas incentivadas são as de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e implantação e manutenção de florestas comerciais. “O desmatamento já vem diminuindo em biomas importantes e o financiamento de práticas que preservem espécies nativas auxiliará tanto na preservação ambiental quanto na captação de gás carbônico na atmosfera”, afirmou o secretário de Desenvolvimento e Cooperativismo, Erikson Chandoha.
Para a Região Norte, algumas das espécies indicadas são a paricá (ideal para fabricação de laminado e compensado) e o mandiocão (pode ser utilizada para fabricação desde laminados a palitos de fósforo). Na Região Centro-Sul, recomenda-se o guanandi (fabricação de canoas e vigas de escoramento) e o pau-jacaré (madeira estrutural) e a seringueira (borracha). Quanto à Região Nordeste, destaque para o sabiá (produção de estacas, lenha e carvão). Já a Região Sul tem como boas opções a bracatinga (lenha e carvão, mobiliário) e a erva-mate (folhas utilizadas para a produção de chá).
O Programa ABC é uma das iniciativas do Governo brasileiro para diminuir o desmatamento e fomentar o aumento de espécies exóticas plantadas em biomas como a Amazônia. Em junho, o Governo Federal anunciou que 81,2% da Amazônia Legal encontra-se integralmente preservada e que o Brasil acaba de conquistar a menor taxa de desmatamento desde que a medição começou a ser feita, em 1998.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de agosto de 2010 a julho de 2011, foram desmatados 6,4 mil quilômetros quadrados da região e, de 2004 a 2011, o desmatamento na Amazônia Legal sofreu uma queda de 78%.
Financiamento pelo ABC

Os produtores interessados em adotar práticas financiadas pelo programa devem entrar em contato com sua agência bancária para obter informações quanto à aptidão ao crédito, documentação necessária para o encaminhamento da proposta e garantias.
Para a safra 2012/2013, o programa terá R$ 3,4 bilhões disponíveis em linhas de crédito. A taxa de juros para o período diminui em relação à safra anterior, de 5,5% para 5% ao ano, a menor fixada para o crédito rural destinado à agricultura empresarial.
Fonte: Painel Florestal.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Efeito da idade e materiais genéticos de Eucalyptus sp. na madeira e carvão vegetal

Dissertação de Mestrado defendida no Departamento de Engenharia Florestal da UFV estudou efeitos da idade e materiais genéticos na madeira e carvão vegetal de eucalipto.


Foto: Google
A qualidade da madeira deve ser avaliada para destiná-la ao melhor uso sendo, portanto, importante determinar quais fatores influenciam nas suas características.
O aumento da idade das árvores promove importantes mudanças nos seus componentes, e consequentemente, nos seus produtos.
A constituição química é um dos fatores responsáveis pela determinação do uso da madeira, e quando se trata de carvão vegetal, a lignina é o componente mais importante.
A lignina presente nas madeiras de angiospermas é do tipo siringil-guaiacil e apresenta maior fração da lignina siringil. Entretanto, a lignina do tipo guaiacil é mais condensada e mais estável termicamente. Portanto, para a produção de carvão, menores valores para a relação S/G proporcionam maiores rendimentos em carvão.
Neste trabalho foram avaliados três clones de eucalipto, sendo um híbrido de Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis, e dois clones de Eucalyptus urophylla, nas idades de três, quatro, cinco e sete anos.
Verificou-se efeito da idade nas propriedades da madeira, dos três clones avaliados, proporcionando ganhos na quantidade de energia estocada por metro cúbico, bem como nas propriedades do carvão. O tipo de lignina também influenciou positivamente a produção de energia da madeira, e as propriedades do carvão, visto que os clones que apresentaram menores valores para essa relação, apresentaram ganhos nas características tecnológicas. Verificou-se que os três clones apresentaram características da madeira satisfatórias para produção de energia e de carvão vegetal para siderurgia, e o clone GG 680 se destacou para ambas as finalidades.

Orientação e Banca
            Professora Orientadora: Angélica de Cássia Oliveira Carneiro
            Professores Co-orientadores: Ana Márcia M. L. Carvalho e Benedito Rocha Vital
            Banca: Paulo Fernando Trugilho e Solange de Oliveira Araújo.
          
Para acesso à dissertação completa, acessar o link: http://www.tede.ufv.br/tedesimplificado/tde_arquivos/4/TDE-2011-12-09T074812Z-3392/Publico/texto%20completo.pdf

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Duratex conclui compra de 25% da colombiana Tablemac

O negócio havia sido anunciado em maio.


 
 A Duratex, uma das maiores fabricantes latino-americanas de painéis de madeira, informou ontem que concluiu a compra de 25% da colombiana Tablemac por R$ 116,1 milhões.

Em documento encaminhado hoje à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia brasileira informou que a aquisição foi efetivada mediante uma emissão primária de ações, que resultou em aporte de recursos na fabricante de painéis de madeira industrializada.

A empresa informou também que, na sexta-feira, uma assembleia de acionistas escolheu o novo conselho de administração da Tablemac, para o período de agosto deste ano a março de 2014. A Duratex elegeu ainda três dos cinco membros.
Fonte: Valor Econômico

Setor de celulose e papel vai investir R$ 300 milhões este ano

Maior parte dos recursos será destinada a inovação para melhorar competitividade da indústria nacional


A cadeia produtiva de celulose e papel movimenta R$ 34 bilhões por ano no Brasil A cadeia produtiva de celulose e papel movimenta R$ 34 bilhões por ano no Brasil


A cadeia de celulose e papel, que movimenta R$ 34 bilhões ao ano no Brasil, planeja investir R$ 300 milhões no lançamento de novos produtos e na ampliação de fábricas.

“O grande desafio do nosso mercado hoje é desenvolver tecnologias inovadoras e que, além de sustentáveis, sejam viáveis economicamente e aplicáveis em larga escala. Nesse sentido a inovação é um dos pontos de destaque da atuação dessas companhias, comprovando o dinamismo da nossa indústria”, declara Lairton Leonardi, presidente da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP).

Ele observa que o investimento em inovação será cada vez mais decisivo para a competitividade da indústria. Segundo um estudo recente da KMPG, este é um movimento verificado em toda a indústria mundial, pois, no cenário atual de baixo crescimento econômico, as indústrias globais estão procurando novas maneiras de inovar e colaborar ao longo da cadeia de valor como forma de assegurar sua sobrevivência, e é isso justamente o que vem acontecendo com a cadeia de celulose e papel.
Fonte: Globo Rural Online

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Produtores rurais devem faturar R$ 300 mil com eucalipto

Plantio de madeira conquista pequenos produtores rurais em Goiás que investem na 'poupança verde'

 


Em 2006, no sudoeste de Goiás, produtores rurais de 31 assentamentos receberam 900 mil mudas de eucalipto e acácia mangium.

A 'revolução verde' em áreas de reforma agrária, dominada agricultura familiar, é um dos propósitos da parceria entre Incra e o Sebrae/GO.

A iniciativa beneficia 1.082 famílias com o plantio das espécies florestais que tem como objetivo a redução do passivo ambiental e o aumento da renda bruta dessas famílias nos próximos anos.

De acordo com o consultor do Sebrae, o engenheiro agrícola Luiz Carlos Barcellos, a renda total dos beneficiados deve chegar a R$ 5,3 milhões a partir deste ano, quando começa a colheita.


A família de Valdivino Gomes Machado, 49 anos, vai fazer a primeira colheita de eucalipto no Assentamento Vale do Sonho, em Rio Verde (GO). O 'Divinão' projeta um faturamento de R$ 300 mil (brutos) com a venda da madeira.

Para sua esposa, Rosilda, a iniciativa serviu de aprendizado. "Vamos ter colheita todos os anos. E o melhor, não derrubamos um só pé de árvore para produzir, ao contrário, plantamos futuro", destacou Rosilda.

O agricultor José Aquiles de Oliveira, 60 anos, é vizinho de 'Divinão'. Sua 'poupança verde' deve render aproximadamente R$ 100 mil no Assentamento Pontal do Buriti, também em Rio Verde.

Aquiles plantou cerca de 6 mil árvores de eucalipto e 500 de acácia. Investiu R$ 4,5 mil. "E isso é só o começo", considera.


Fonte: Painel Florestal, com informações sobre Sebrae/GO

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Mudas de qualidade, exige um processo qualificado.






Nossas mudas são produzidas com as melhores matérias primas no processo de formação de eucalipto clonal. Utilizamos fertilizantes de rápida assimilação pelas plantas que garante o equilíbrio nutricional das mesmas em todo seu processo de desenvolvimento. 

Trabalhamos também com o que tem de melhor hoje no mix de substrato, onde a aeração é garantida, formação radicular é certa e a formação das mudas é da melhor qualidade.

 
Buscamos sempre produzir nossas mudas com o que existe de melhor no mercado garantindo satisfação integral dos clientes.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Referência em pesquisa florestal, Brasil atrai estrangeiros em busca de conhecimentos

Workshop promovido pela APRE e Embrapa Florestas reúne mais de 100 participantes em Curitiba




Com 6,5 milhões de hectares de florestas plantadas, o Brasil é considerado referência na América Latina quando o assunto é pesquisa. Com o trabalho conjunto realizado pela Embrapa Florestas, universidades, consultorias e setor privado, os avanços em áreas como implantação florestal, que envolve qualidade das mudas, controle de pragas, mecanização, fertilização, controle químico, entre outros aspectos, empresários têm obtido melhores resultados na produção.

Prova desse interesse pelo que vem sendo desenvolvido no país é que eventos técnicos têm atraído cada vez mais profissionais de países vizinhos como Paraguai e Uruguai. No último workshop promovido pela Embrapa Florestas em parceria com a Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) nos dias 18 e 19 de julho sobre implantação e reforma de povoamentos florestais, engenheiros florestais e biólogos de empresas instaladas nesses países se juntaram aos quase 100 participantes do curso para conhecer o que há de inovação no trabalho realizado pelos brasileiros.

A produtora de mudas de eucaliptos na cidade de Hernandarias, no Paraguai, Raizes Eco Florestal enviou três profissionais para o curso. Roberto Vargas, engenheiro de ciências ambientais, conta que a possibilidade de trocar informações com os brasileiros foi o que atraiu a atenção dele e dos colegas para participar do workshop. “O Brasil é referência nessa área e como temos boas perspectivas de crescimento no nosso país, viemos atrás de novidades”, afirma.

Já a engenheira agrônoma, Luciana Ingaramo, líder do programa de produtividade e sustentabilidade florestal da Weyerhaeuser, do Uruguai, revela que o que chamou sua atenção na programação foi o número de palestrantes reconhecidos internacionalmente por seus conhecimentos. “Vim em busca de informações sobre plantio, pois considero a uniformidade das plantações brasileiras muito boas”, explica.

Na avaliação do diretor executivo da APRE, a presença dos estrangeiros agrega ainda mais valor aos eventos técnicos realizados no país, em especial no Paraná, que vem se destacando na promoção do conhecimento de florestas plantadas. “Contamos com importantes instituições de ensino e pesquisa no Estado, que encontram nas associadas à APRE empresários interessados em estudos, que contribuem para o melhor desenvolvimento dos plantios”, avalia.

Um exemplo da união entre esses segmentos que gerou bons resultados foi o programa de controle da vespa da madeira, principal praga dos plantios de pinus. O inseto ataca as árvores de pinus perfurando o tronco, onde pode colocar de 300 a 500 ovos. As larvas formam galerias no interior da árvore, o que afeta a qualidade da madeira. Porém, o dano maior ocorre durante a postura, quando a fêmea deposita também uma mucossecreção e esporos de um fungo simbionte, que vai ser o alimento das larvas. Para estudar melhor e combater essa praga, em 1989 foi criado o Fundo Nacional de Controle à Vespa-da-Madeira (Funcema), uma parceria entre a Embrapa Florestas e cerca de 120 empresas do setor florestal, em especial as participantes das associações estaduais de empresas florestais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Hoje, o Programa é considerado modelo de parceria entre a pesquisa e empresas privadas, pois possibilitou estratégias de manejo dessa praga, além de avançar em áreas como manejo integrado de pragas e melhorias em manejo florestal. Um amplo programa de transferência de tecnologia capacita técnicos de empresas, associações, sindicatos e cooperativas no monitoramento, detecção e controle da vespa-da-madeira. A tecnologia já foi transferida também para Uruguai, Argentina e Chile.

Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?tit=referencia_em_pesquisa_florestal,_brasil_atrai_estrangeiros_em_busca_de_conhecimentos&id=78250